Tesouro Reserva com aplicação a partir de R$1 é lançado oficialmente nesta segunda-feira (11)

Investimento é uma alternativa à poupança, aos CDBs e às caixinhas digitais dos bancos

O Tesouro Nacional Lança oficialmente, nesta segunda-feira (11), o Tesouro Reserva, uma alternativa à poupança, aos CDBs (Certificados de Depósito Bancário) e às caixinhas digitais dos bancos. O novo título permite aplicações a partir de R$ 1 e tem rentabilidade atrelada à taxa básica de juros, a Selic.

O produto permitirá aplicações e resgates 24h por dia, todos os dias da semana, inclusive fins de semana e feriados, com exceção do intervalo entre 0h e 1h.

O investimento se diferencia do Tesouro Selic pela simplificação, pois o Tesouro Reserva tem aplicação mínima menor, permite resgate a qualquer momento e não traz a mesma complexidade da chamada marcação a mercado, mecanismo que atualiza diariamente o preço dos títulos e que pode afetar o valor recebido pelo investidor em caso de resgate antecipado.

Onde e como investir?

O Tesouro Reserva já está disponível para clientes do Banco do Brasil, que desenvolveu o produto em parceria com a Secretaria do Tesouro Nacional. De acordo com o Ministério da Fazenda, a oferta do título em outras instituições financeiras dependerá da adesão e implementação por parte de cada banco.

Qual a rentabilidade e o risco?

O novo título terá rendimento atrelado à Selic, a taxa básica de juros da economia, atualmente em 14,50% ao ano. Ainda não foi detalhado, porém, se a rentabilidade será equivalente a 100% da taxa.

Por ser um título público de renda fixa emitido pelo governo federal, o investimento é considerado de baixo risco.

Quais são as taxas e impostos?

Como qualquer investimento do Tesouro Direto, o Tesouro Reserva também está sujeito à tabela regressiva do Imposto de Renda (IR) aplicada aos investimentos de renda fixa.

Nesse modelo, a alíquota começa em 22,5% para aplicações de até 180 dias e cai gradualmente até 15% para investimentos mantidos por mais de dois anos.

Além do IR, também há cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em caso de resgate nos primeiros 30 dias da aplicação. Após esse período, o imposto deixa de ser aplicado.

Além disso, o investimento tem taxa de custódia da B3 de 0,20% ao ano. No entanto, aplicações de até R$ 10 mil são isentas dessa cobrança.

 

Fontes: G1 e Extra online

 

 

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