Músico de Magé integra o seleto grupo de jurados de bateria da Liesa

Márcio Lopes, subsecretário de Cultura da cidade, passou por processo rigoroso e vai julgar o quesito que é um dos mais decisivos do Grupo Especial

O músico e subsecretário de Cultura de Magé, Márcio Lopes, alcançou um dos cargos mais respeitados do Carnaval carioca, e agora integra o seleto grupo de apenas seis jurados que vão analisar as baterias das principias escolas de samba do país. O quesito é um dos mais decisivos do Grupo Especial.

Para alcançar o cargo, Márcio passou por um processo rigoroso da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa). “Após o envio de currículo, foram três entrevistas e uma sabatina com mestres de bateria e presidentes de escolas de samba”, explica ele.

“A bateria é o coração da escola de samba. Avaliar esse quesito exige técnica, sensibilidade, conhecimento histórico e muito respeito pelo trabalho dos mestres e ritmistas. Estou honrado em representar Magé e a Baixada Fluminense neste espaço tão importante do Carnaval”, afirma.

Além de músico, Márcio é subsecretário de Cultura de Magé, diretor musical da Banda da Folia, que desfila na Avenida Chile, no Centro do Rio, e em Magé, e também comanda apresentações do grupo durante todo o Carnaval em shoppings e grandes eventos do Estado do Rio de Janeiro. Ele é ainda diretor musical da Orquestra Sonnorus, orquestra oficial do Cristo Redentor.

“Minha trajetória sempre foi construída com muito estudo, dedicação e amor pela música. Chegar à Liesa como jurado é uma vitória pessoal, mas também coletiva, porque mostra que talentos do interior do estado também podem ocupar espaços de protagonismo no Carnaval carioca”, destaca.

Trajetória

Márcio Lopes tem formação em Marketing (Unigranrio), Produção Cultural, Comunicação (Publicidade e Propaganda), Administração e MBA em Gestão Administrativa, além de pós-graduações em Gestão Pública e Gestão Estratégica de Pessoas.

Sua trajetória musical começou em 2004, estudando música em Pau Grande, Magé. Em 2007, começou a tocar bombardino na Sociedade Musical Santa Cecília (Pau Grande) e na Sociedade Musical Primeiro de Setembro, em Petrópolis.

Ao longo dos anos, tornou-se multi-instrumentista, com especialidade em trombone de vara e flauta transversa. Em 2015, passou a atuar também como gestor cultural, produtor artístico e diretor musical, construindo uma carreira sólida tanto no palco quanto nos bastidores da cultura.

Como produtor musical, já trabalhou com artistas como Ludmilla, Fabiana Karla, Neguinho da Beija-Flor, Maria Rita, João Roberto Kelly e Milton Cunha.

 

Fonte: O Dia

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